Só Poesias e outros itens....

  • Anexando Territórios e possibilidades expressivas

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30 de jun de 2007

Paisagem urbana


Paisagem urbana Portugal

Rua da madalena

do blog com belíssimas fotos :


Uma foto por dia

...........

29 de jun de 2007

Poema...


Casas caladas à varanda das heras


Casas caladas à varanda das horas.


Casa... das horas

.



poema modificado: Un-dress
acrílico: Jugioli

.

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28 de jun de 2007

Thinking Blogger award

.(fotocolagem - Jugioli)


Caríssimos:

O Blog Jugioli, foi indicado por Eduardo, do sensível e inteligente Blog: "Varal de Idéias", com o
selo "Thinking Blogger Award.



E aqui tenho a tarefa de indicar outros blogs que me fazem pensar: -




Os meus indicados são:

* Un-dress

* as tormentas

* O contrário é a mesma coisa

* Aquarelas






26 de jun de 2007

Água-cor...


Aquarela : Jugioli

...

Sobre o tempo...


Essas casas antigas,
polidas pelos ventos de muitos anos,
guardando cores dos reflexos de suas idas e vindas.
Ecos de suas festas e invernos;
lembranças das pinceladas de seu tempo colorido,
desvendando com nitidez
cada dia maior
de sua face nua,
nessa espessura de quem confidencia
a vida,
ainda com um canto do rímel nos olhos
depois da festa.
.
.
.
(foto e poema: Jugioli)
.

25 de jun de 2007

Aquarela 007

...................
Água-cor
Homenagem à Drummond
(Jugioli)
.

23 de jun de 2007

Abstrato

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Acrílico s/tela

22 de jun de 2007

Água-cor


Água-cor

O País da cor é líquido
E revela-se
Na anilina dos vasos da farmácia.
Basta olhar, e flutuo sobre o verde
Não verde-mata, o verde-além-do verde.

E o azul é uma enseada
Na redoma.
Quizera nascer lá; estou nascendo.
Varo a lágrima de ouro do amarelo.
A cor é existente; o mais é falácia.


Carlos Drummond de Andrade.



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...............................................

A precisão


Clarice Lispector


O que me tranqüiliza
É que tudo o que existe
Existe com a precisão
Absoluta.
O que for do tamanho
de uma cabeça de alfinete
não transborda nem uma
fração de milímetro
além do tamanho de uma
cabeça de alfinete.

Tudo o que existe é de uma grande exatidão

Pena é que a maior parte
Do que existe
Com essa exatidão
Nos é tecnicamente invisível.

O Bom é que a verdade
Chega a nós
Como um sentido secreto das coisas, e
Nós terminamos adivinhando
Confusos,
A perfeição.
.....................................
.

17 de jun de 2007

Manuscritos...


O que importa num livro, ao meu ver - é 0 seu grau de utilidade e pertinência com relação à vida, e o que fazemos com isso, além de poder amenizar a ansiedade e a solidão de uma madrugada insone.

Toda escrita é preciosa. Quanto toda palavra nos traz a capacidade de expressar o que pensamos,
com esta clareza e acuidade de que não fomos capazes de descobrir sózinhos.

Em toda leitura, acredito encontrar um pouco de mim, com a felicidade de desvendar pontos obscuros da minha cequeira atroz. Reconhecer e se reconhecer. E, isto para mim é uma boa leitura.

Gosto desta frase, que não sei de quem é no momento, mas sempre me reverbera o infinito das leituras: "Cada um de nós é mais rico do que pensa"



Jugioli

16 de jun de 2007

Olhares...



Recebi com muito prazer do Blog:

" Nas costas da baleia" o prêmio "Blog com Tomates, a quem agradeço a gentilieza.

Pelo regulamento devo indicar outros blogs que ainda não tenham sido indicados: e aqui os meus favoritos...

# - O Contrário é a mesma coisa

#- Gravuras

#- Fotografias de Quilherme Lunardelli

#- Uma foto por dia

#- Un dress

Un-dress

Um novo território anexado para o deleite dos sentidos:

Un-dress acesse e confira.



.

15 de jun de 2007

Bactérias Poéticas 7


Augusto dos Anjos


A um gérmen

Começaste a existir,
geléia crua,E hás de crescer, no teu silêncio,
tanto
Que, é natural, ainda algum dia, o pranto
Das tuas concreções plásmicas flua!
A água, em conjugação com a terra nua,
Vence o granito, deprimindo-o ... O espanto
Convulsiona os espíritos, e, entanto,
Teu desenvolvimento continua!
Antes, geléia humana, não progridas
E em retrogradações indefinidas,
Volvas à antiga inexistência calma!...
Antes o Nada, oh! gérmen, que ainda haveres
De atingir, como o gérmen de outros seres,
Ao supremo infortúnio de ser alma!


.
........................................

9 de jun de 2007

Bactérias poéticas 6


"De tudo, ficaram três coisas:
A certeza de que estamos sempre recomeçando...
A certeza de que precisamos continuar...
A certeza de que seremos interrompidos antes de terminar.
Portanto devemos fazer da interrupção um caminho novo...
Da queda um passo de dança... Do medo, uma escada...
Do sonho, uma ponte... Da procura, um encontro".
(Fernando Pessoa)
.

1 de jun de 2007

Bactérias poéticas 5


Credo

As infinitas
Pequenas coisas.

Por uma vez respirar
Tão só
Na luz das infinitas
Pequenas coisas
Que nos rodeiam.

Ou nada pode escapar
Ao encanto desta escuridão,

O olhar
Descobrirá que somos apenas
O que nos fez
Menos do que somos.

Nada a dizer.

Dizer:
As nossas vidas mesmas
Dependem disso.


Poema: Paul Auster

Fotomontagem
.
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Bactérias poéticas 4


Foto e grafite

(click na imagem)

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